quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O saber que nunca foi dito.


Quando fecho os olhos, não preciso querer pensar em você, porque é algo automático e involuntário. E nem necessito fazer esforço para te sentir ao fechar os olhos. Eu simplesmente os fecho e imagino você chegando perto de mim, e todos os meus sentidos me deixam em alerta. Sua pele ao encostar-se à minha, já começo a sentir a combustão, o calor a me queimar. Mas gosto desse efeito que você tem sobre mim. Meu coração não se decide no compasso em que quer bater, e fica-me inquietando. Rsrs.

Eu me viro, e o teu olhar arrebata o meu. Enquanto nossos corpos parecem viver sob a lei gravitacional, os seus olhos parecem demonstrar que ver a minha alma, e gosta do que vê. E quando você finalmente pega na minha mão, e sinto segurança. Isso me acalma – mas não desacelera o bater de meu coração desenfreado. Você parece sentir que meu corpo anseia por tudo que és.

Sua mão se guia até o meu rosto, e já sinto como se fôssemos um só. E então você me beija. Os seus lábios enlaçam os meus calmamente, e sinto o sentimento a transparecer. A singeleza do seu toque me faz sonhar a todo instante. E não penso em mais nada. A única coisa que desejo – além de você, é claro – é nunca mais sair dos teus braços, ou me abstenir dos teus beijos.

E então você abre os olhos, olha pra mim, e me faz sentir como se você tivesse um cavalo pronto a me levar a qualquer lugar só pra me fazer feliz. E quem sabe você não tenha né? (rsrs). O prazer que posso sentir pouco me importa, pois sei que você sente e pode me dar o AMOR que sempre quis. E quando você pensar, sequestrarei os teus pensamentos, mesmo sabendo que você os doa pra mim de livre e espontânea vontade, e direi o que você nunca ouviu, mas sempre soube: Amo você.

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